segunda-feira, novembro 13, 2006



Invenções paranormais- Guarda-chuva ecológico

Toda a gente sabe que a àgua é um bem precioso e essencial. Os japoneses também e vai daí toca de criar esta adaptação a um vulgar e pacato guarda-chuva. A função do dito cujo perde-se um pouco mas que função mais nobre que impedir as vulgares e pacatas gotas de chuva de atingirem o solo?(Sim é verdade, deu-me para estas coisas de atribuir qualidades humanas a objectos inanimados, creio até ser uma figura de estilo mas n me recordo do nome...)Tou com sede...

sexta-feira, novembro 03, 2006

Invenções Para(A)normais- Gravata corta e cose

Os homens bem podem deixar de dizer que a gravata é um símbolo masculino. Aliás eu se fosse um até tinha vergonha de o fazer depois desta brilhante invenção japonesa: uma gravata multifuncional que permite transportar "junto ao peito" a linha, a agulha e o dedal. Se homem prevenido vale por 2 e homem que fala com os seus botões é melhor deixar sozinho então homem capaz de cozer os seus botões vale por 3? E é preciso licença para porte de tesoura?

Frase profunda(e corajosa) da semana

"Todas as virtudes são coragem; eis porque a palavra cobarde é a mais grave das injúrias" Alain

quinta-feira, novembro 02, 2006


Hipnose Regressiva- Espírito que anda

O Fantasma é uma personagem de banda desenhada criada por Lee Falk (também o criador do Mandrake , o mágico), contando as aventuras de um combatente do crime que vive na selva. A série começou a ser publicada em jornais diariamente em 17 de fevereiro de 1936 , e aos domingos como edição colorida, em maio de 1939 , continuando até os dias atuais (2006). O Fantasma foi o primeiro super-herói a usar um uniforme , característica desse tipo de publicação. Com o tempo, passou a ser publicada em revistas em quadrinhos, como republicação das tiras dos jornais, e depois com histórias completas originais. Sua base é a caverna da caveira, depósito de grandes tesouros e das Crônicas do Fantasma, nas profundas florestas de Bengala, um pais fictício, que mistura partes da Índia com características da África. Ele se dedica a combater os piratas Sigh, sendo também o comandante secreto da Patrulha da Selva, que o ajuda em suas missões. Ao contrário de outros super-heróis, ele não tem superpoderes, apenas grande habilidade física, destreza com armas e agilidade. Na selva, onde mora com os pigmeus Bandar, temidos por suas flexas envenenadas. ele é conhecido como O Espirito que Anda, por ter sido visto por gerações de nativos das tribos Longo e Wambesi. Isto se dá por ter sido precedido por vinte gerações anteriores de combatentes do crime. Apenas Guran, o caricato chefe dos pigmeus e sua família conhecem sua real condição de simples mortal. Mas quem não se lembra do anel da caveira? O Fantasma tem dois anéis, um com a marca do bem, que aplica nas pessoas que quer proteger, e o outro é a famosa marca da caveira que ele aplica no queixo dos criminosos com potentes socos. Ele tem sempre a companhia de dois animais, o lobo Capeto, o cavalo Heroi e um falcão treinado chamado Fraka. Em 1978, ele casou com sua eterna namorada, Diana Palmer, que trabalha na ONU . Um ano depois nasceramos gêmeos Kit e Heloise.

O Espirito que anda
Algumas vezes, o Fantasma deixa a selva e viaja como um homem comum, usando um sobretudo, chapéu e óculos escuros, usando o nome de Mr. (Christopher) Walker ( o que anda, em inglês). Costuma pagar suas contas com pedras preciosas que pega em grandes cestos na caverna onde mora. Usa sempre sua máscara, excepto em breves momentos com a família, onde é conhecido como Kit Walker.


Parece que em 2007 vai ser levado novamente ao cinema, desta vez espero que lhe seja feita justiça e saibam dar-lhe todo o carisma e aura mistica que carrega. Veremos...

(fonte: Wikipedia)
Mãe, há mais camioneta lá fora

Esta frase pode não fazer muito sentido ao principio principalmente quando escutada de um miúdo de 3 anos num autocarro ao fim de um dia de trabalho. Contudo olhando pela janela do autocarro percebe-se tudo: há cadeiras reflectidas, luzes, passageiros suspensos do outro lado do vidro, numa simbiose perfeita com logistas, transeuntes, etc. Somos passageiros de um e do outro lado do vidro. Há mesmo " mais camioneta lá fora". Apetece perguntar: e no autocarro da vida? Mãe, há mais camioneta lá fora?