segunda-feira, dezembro 15, 2008
segunda-feira, novembro 24, 2008
Muito me surpreendeu esta notícia publicada no JN online
"O Vaticano continua a mostrar-se atento às novas formas de comunicação e acaba de anunciar o lançamento de um pequeno programa que torna o iPhone num instrumento de oração e meditação"
Sim, suponho que isto seja bom...vindo de uma Igreja (a minha, mas pronto...é bom sempre saber as virtudes e os defeitos da nossa fé) que por exemplo não apoia o uso de preservativo. É que o iPhone é actual e moderno (o programa é gratuito...pasme-se), o HIV não :(...coisas...
Vá lá que 40 anos depois a Santa Sé decidiu perdoar John Lennon pela frase "Os Beatles são mais famosos que Jesus Cristo", comentário que foi uma forma de "exibicionismo, de gabarolice por parte de um jovem músico inglês pertencente às classes trabalhadoras, que havia crescido na era de Elvis Presley e do rock and roll, e alcançado um sucesso inesperado". Vou abster-me de mais comentários...
sexta-feira, outubro 24, 2008
É verdade, depois de ter consolado os meus olhinhos com os magníficos gráficos da trilogia (cof cof cof) (isto porque ainda só há ps2, tudo a seu tempo) e ter limpado o "sebo" àquelas areias ambulantes todas em controlo do Prince, nos movimentos (opinião pessoal) mais fantásticos que alguma vez existiram na ps2 , heis que se aproxima o primeiro filme da trilogia no grande ecra. E a escolha parece-me acertada: Jake Gyllenhaal e explico porquê : o príncipe é em essência bom, mas as areias apoderaram-se lentamente dele levando-o a uma luta interna entre o melhor e o pior de si. Sobretudo na parte um da trilogia ele é muito inocente e irónico. Tem uma alegria subjacente que vai perdendo, mas ele é sobretudo um pensador, gosta de falar sozinho, de fazer troça das suas proprias decisões. É indeciso ao principio, sobretudo à medida que descobre o amor. Tenta ser arrogante, mas tudo o que consegue quando se mostra arrogante é que ainda se goste mais dele pois só expoe mais aquilo que tenta ocultar. Penso que Jake com a capacidade de olhares ternos seguidos de grandes explosões dramáticas nos mesmos olhos dúbios do principe estará à altura. A ver vamos... embora eu preferisse outro jogo ehehe. Mas pelas primeiras imagens...parece-me....hum.....fidedigno....eheheheh (sosseguem que se for fiel ao jogo só depois é que ele começa a ficar com a camisa rasgada e só depois é que acaba sem camisa,lol, embora ele na primeira série não fosse tão musculado, mas pronto é Hollywood...)
Evolução:
Sands of time:

Warrior within:

The two thrones:

sábado, agosto 16, 2008
terça-feira, agosto 12, 2008
You got it DD! Adorei o filme! Nada de espetacular, apenas a sobriedade natural e familiar do que perdura, dos laços que valem apenas manter, das personagens que valem a pena rever. Nada de espetacular na explosão momentanea, mas de espetacular na continuidade, nos dialogos, na quimica, no estar. Talvez 9 anos criem a sensação de estar na propria sala de estar com bons amigos, a sensação de que para a semana eles estão de volta...:( era bom era. Mas este presente, enorme presente foi muito, muito bom! Gostei da estratégia do Chris Carter: um filme dentro da tematica dos episódios isolados, com um piscar de olho à comédia mas muito subtil, mantendo o episódio na linha daqueles que em 1994 apareciam na TVI com bolinha vermelha ao canto (lembro-me tao bem). Isto porque digam-me o que disserem ele tem o 2012 preparado na cabeça, agora nada de conspirações para nao cansar, para nos dar a outra vertente que também gostamos, para ver o trabalho de equipa. O Graal ainda falta ser conquistado...Até lá...nova espera?
Para já ...feliz....com saudades....
sexta-feira, julho 04, 2008
quarta-feira, julho 02, 2008
Este grande homem e actor deu-se ao trabalho de criar um blog para nós fãs em vésperas da estreia de Ficheiros Secretos 2: Quero Acreditar (mais uma tradução portuguesa à letra, sem o pronome pessoal EU...pois....claro...). Obvio que já devia estar a contar com a enorme quantidade de comentários ao primeiro post, que já vai em 216 e a subir. Enquanto eu escrevia o meu comentário (como é evidente!! Posso só ter dito disparates (e muitos erros de ortografia) mas foi do coração e se não comentasse morria ok?) cerca de 6 pessoas publicaram o delas o que dá uma dimensão da actividade que o blog está a gerar entre os fãs de todo o mundo (e da minha lentidão a escrever).
sexta-feira, junho 20, 2008

Thunder...Thunder...Thundercats.....HHHHHHOOOO!!!.Como é que alguém que nasceu e cresceu nos 80 pode esquecer o grito de Lion-O nos melhores desenhos animados (em conjunto com Transformers claro) de sempre??? Ou a música do genérico? " Thundercats are on the move..."A resposta é simples. Não pode. Porque ainda hoje são bons, porque ainda hoje dão vontade de ver, porque ainda hoje quando assistimos parece que estamos sentados frente ao televisor sem nenhuma preocupação com a vida que não seja o destino daquelas criaturas provenientes de Thundera e apetece mesmo ser um grande gato no coração, mas gatinho em ingenuidade, meiguice e amizade como o Snarf. E apetece mesmo fazer snarf, snarf e vê-los e revê-los sempre. Contrariando a vaga saudosista dos 80 nos cinemas, filmes dos Thundercats não por favor!!! A magia está nos desenhos, na mobilidade impossivel de Cheetara, no olhar brilhante de Lion-O,na fantasia criada na mente de Tygra, no sorriso de Snowmeow. Se Transformers resultou satisfatoriamente, em Thundercats o satisfatorio não bastaria. Teria de ser super e ser mais que 100% é tarefa inglória. Uma longa metragem de animação? Isso sim!!! Para quando? Parece que só em 2010... A ver vamos no que dá...
bios em http://thundercats.vpga.com/bios/thundercats.htm
filme em http://thundercats-the-movie.net/ (pelo que me parece Ben-gali, Pumyra e Linx-O não entrarão no filme, este incluirá só os iniciais)
A intro do primeiro episódio:
A intro de sempre (é tão booooommmmmmmmm!!!!)
Lion-O
Tygra
Cheetara
Panthro
Wilykit e Wilycat
Ben-Gali
Pumyra
Lynx-O

O sempre presente em espírito Jaga
domingo, junho 08, 2008
sexta-feira, maio 30, 2008
Esta semana a GNR descobriu dez mil (este pormenor quantitativo é já de si assombroso) papoilas do ópio no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. Vai ser um verdadeiro ficheiro secreto para a GNR descobrir se houve ou não mão criminosa no ocorrido e se alguém utilizou as ditas cujas para tal qual inspector Abberline ter insights sobre quem seria Jack o Estripador. Mas eu fiquei feliz por constatar os conhecimentos botânicos dos nossos agentes policiais que, além de terem suspeitado das inocentes plantitas, sabem também dar explicações para o crescimento das plantas no local, com base num incendio no Verão do ano passado que tornou o solo mais fértil. Eles sabem mesmo destas coisas!!E estão atentos à vegetação! Mais me espantou a receita que o JN aproveitou para publicar sobre como produzir ópio e como produzir heroina. Longe de mim pensar que isso possa ser um incentivo a uma qualquer mente toxicodependente até agora restringida desta informação. Bem a propósito da ocasião apetece-me deixar aqui uma música, uma das mais belas do Rui Veloso- Logo que passe a monção- para salientar "ópio maldito ópio" e desencorajar-vos a dedicarem-se ao plantio da papoila e darem que fazer à GNR.
Logo que passe a monção
"Num banco de névoas calmas quero ficar enterrado
Num casebre de bambú na minha esteira deitado
A fumar um narguilé até que passe a monção
Enquanto a chuva derrama a sua triste canção
Sei que tenho de partir logo que suba a maré
Mas até ela subir volto a encher o narguilé
Meu capitão já é hora de partir e levantar ferro
Não me quero ir embora diga que foi ao meu enterro
Deixem-me ficar deitado a ouvir a chuva a cair
Que ainda estou acordado só tenho a alma a dormir
Como a folha de bambú a deslizar na corrente
Apenas presa ao mundo por um fio de água morrente
Nos arrozais morre a chuva noutra água há-de nascer
Abatam-me ao efectivo também eu me vou sem morrer
Para quê ter de partir logo que passe a monção
Se encontrei toda a fortuna no lume deste morrão
Ópio bendito ópio minhas feridas mitiguei
Meu bálsamo para a dor de ser
Em ti me embalsamei
Ópio maldito ópio foi para isto que cheguei
Uma pausa no caminho
Numa névoa me tornei"
terça-feira, maio 27, 2008
X-Files 2: I Want To Believe Trailer
Por cá só a 7 de Agosto...a espera só aumenta o apetite eheh :)
terça-feira, maio 06, 2008
Te ne nee, te ne nee, te nee, te ne...(experimentem cantar o genérico todo com có có róo, coisas da minha praxe). Como alguns saberão Missão Impossível é uma das minhas séries televisivas favoritas de todos os tempos, logo atrás dos Ficheiros Secretos e a par com Espaço 1999, A Bela e o Monstro, Crime, disse ela e Manimal e antes de Pretender e Dr House. Mas sosseguem porque eu não vou falar da série. Mas era imperioso referí-la porque quando me lembro da Missão Impossível lembro-me dos filmes de Charles Bronson. Enlouqueceu de vez, estarão muitos a pensar, mas eu explico. Sextas-feiras dos anos 80 e era imperdível ver o episódio da semana da Missão na RTP2. Com 8 anos preferia ficar sozinha em casa, mas mesmo assim não perder pitada. Sempre...com uma excepção. Havia um mês no ano em que perdia 2 ou 3 episódios de bom grado e esse mês era o das comemorações da Associação Recreativa(nem digo onde), onde passavam às sextas filmes do Charles Bronson. E assim, lá ia eu pela mão do meu pai ver a sessão de cinema ao Centro (nome pelo qual é mais conhecida a associação por se localizar no centro da terriola, pois claro...). Naquele tempo ainda não havia a nova lei do tabaco e por isso das 10h às 12h da noite ficávamos a ver o filme depois da ingestão dos chupa-chupas, das pastilhas elásticas e durante a ingestão metódica e vagarosa do gelado, rodeados por um manto de fumo de cigarro tépido enquanto o Charles Bronson dava coça aos mauzões da fita e as cadeiras de metal nos causavam um desconforto pouco preocupado. Agora que penso nisso nos 80s tivemos uma educação muito liberal, ninguém se importava que miudos de 8 anos e mais novos estivessemos a inalar carradas de fumo e que vissemos filmes de porrada em que os actores surgiam numa espécie de neblina tabagística. A nossa única restrição na verdade era pedir mais que um gelado durante o filme e ir à sala de bilhares e sueca (mistérios da minha infância). Na verdade não me consigo lembrar de nenhuma boa razão para trocar Missão Impossível por isso mas é esse o poder do tempo, tornar o passado mágico...


