Hipnose regressiva-Missão impossível e Charles Bronson
Te ne nee, te ne nee, te nee, te ne...(experimentem cantar o genérico todo com có có róo, coisas da minha praxe). Como alguns saberão Missão Impossível é uma das minhas séries televisivas favoritas de todos os tempos, logo atrás dos Ficheiros Secretos e a par com Espaço 1999, A Bela e o Monstro, Crime, disse ela e Manimal e antes de Pretender e Dr House. Mas sosseguem porque eu não vou falar da série. Mas era imperioso referí-la porque quando me lembro da Missão Impossível lembro-me dos filmes de Charles Bronson. Enlouqueceu de vez, estarão muitos a pensar, mas eu explico. Sextas-feiras dos anos 80 e era imperdível ver o episódio da semana da Missão na RTP2. Com 8 anos preferia ficar sozinha em casa, mas mesmo assim não perder pitada. Sempre...com uma excepção. Havia um mês no ano em que perdia 2 ou 3 episódios de bom grado e esse mês era o das comemorações da Associação Recreativa(nem digo onde), onde passavam às sextas filmes do Charles Bronson. E assim, lá ia eu pela mão do meu pai ver a sessão de cinema ao Centro (nome pelo qual é mais conhecida a associação por se localizar no centro da terriola, pois claro...). Naquele tempo ainda não havia a nova lei do tabaco e por isso das 10h às 12h da noite ficávamos a ver o filme depois da ingestão dos chupa-chupas, das pastilhas elásticas e durante a ingestão metódica e vagarosa do gelado, rodeados por um manto de fumo de cigarro tépido enquanto o Charles Bronson dava coça aos mauzões da fita e as cadeiras de metal nos causavam um desconforto pouco preocupado. Agora que penso nisso nos 80s tivemos uma educação muito liberal, ninguém se importava que miudos de 8 anos e mais novos estivessemos a inalar carradas de fumo e que vissemos filmes de porrada em que os actores surgiam numa espécie de neblina tabagística. A nossa única restrição na verdade era pedir mais que um gelado durante o filme e ir à sala de bilhares e sueca (mistérios da minha infância). Na verdade não me consigo lembrar de nenhuma boa razão para trocar Missão Impossível por isso mas é esse o poder do tempo, tornar o passado mágico...
Te ne nee, te ne nee, te nee, te ne...(experimentem cantar o genérico todo com có có róo, coisas da minha praxe). Como alguns saberão Missão Impossível é uma das minhas séries televisivas favoritas de todos os tempos, logo atrás dos Ficheiros Secretos e a par com Espaço 1999, A Bela e o Monstro, Crime, disse ela e Manimal e antes de Pretender e Dr House. Mas sosseguem porque eu não vou falar da série. Mas era imperioso referí-la porque quando me lembro da Missão Impossível lembro-me dos filmes de Charles Bronson. Enlouqueceu de vez, estarão muitos a pensar, mas eu explico. Sextas-feiras dos anos 80 e era imperdível ver o episódio da semana da Missão na RTP2. Com 8 anos preferia ficar sozinha em casa, mas mesmo assim não perder pitada. Sempre...com uma excepção. Havia um mês no ano em que perdia 2 ou 3 episódios de bom grado e esse mês era o das comemorações da Associação Recreativa(nem digo onde), onde passavam às sextas filmes do Charles Bronson. E assim, lá ia eu pela mão do meu pai ver a sessão de cinema ao Centro (nome pelo qual é mais conhecida a associação por se localizar no centro da terriola, pois claro...). Naquele tempo ainda não havia a nova lei do tabaco e por isso das 10h às 12h da noite ficávamos a ver o filme depois da ingestão dos chupa-chupas, das pastilhas elásticas e durante a ingestão metódica e vagarosa do gelado, rodeados por um manto de fumo de cigarro tépido enquanto o Charles Bronson dava coça aos mauzões da fita e as cadeiras de metal nos causavam um desconforto pouco preocupado. Agora que penso nisso nos 80s tivemos uma educação muito liberal, ninguém se importava que miudos de 8 anos e mais novos estivessemos a inalar carradas de fumo e que vissemos filmes de porrada em que os actores surgiam numa espécie de neblina tabagística. A nossa única restrição na verdade era pedir mais que um gelado durante o filme e ir à sala de bilhares e sueca (mistérios da minha infância). Na verdade não me consigo lembrar de nenhuma boa razão para trocar Missão Impossível por isso mas é esse o poder do tempo, tornar o passado mágico...

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