
Viagem ao Surreal-Bosch, Dali,Giger- mais de 5 séculos de sonhos
Hieronymus Bosch(1450-1516). Um pintor que mandou a corrente artística vigente ir dar uma volta nos seus quadros de pesadelo e sozinho criou um mundo de fantasia, obsessões, pecado e visões do paraíso e do inferno, através de desporporções , bizarrias elementos sinistros e imagens complexas. Terá tido ligação às ciências ocultas e alquimia mas pouco se sabe da sua vida. É considerado o primeiro artista fantástico. Jung chamou-o de "mestre do monstruoso...a descoberta do inconsciente". Apesar de um mundo medievalista estar emplano de fundo, Bosch é actual e ins
pirou o Surrealismo do século XX. Ludwig von Baldass, afirma: “Pelos problemas que coloca, ele está absolutamente sozinho. É o grande solitário da História da Arte. É o pintor que, através da sua arte - que está historicamente à altura da sua época - quer mais do que os outros. Não aspira a divertir, a instruir ou a educar, mas a criticar e a profetizar. Apresenta à Humanidade um espelho de duas faces. Nele, a Humanidade vê reflectida, por um lado a sua necessidade e a sua perversidade; por outro, as consequências terríveis, no Além, resultantes dos seus pecados mortais. Nesse sentido, Bosch continua a ser um filho da Idade Média; mas, pela maneira totalmente independente nos exemplos que emprega para representar as suas concepções dentro das manifestações artísticas, ele pertence aos tempos modernos. Dessa forma, encontra-se no limite entre duas épocas”.
pirou o Surrealismo do século XX. Ludwig von Baldass, afirma: “Pelos problemas que coloca, ele está absolutamente sozinho. É o grande solitário da História da Arte. É o pintor que, através da sua arte - que está historicamente à altura da sua época - quer mais do que os outros. Não aspira a divertir, a instruir ou a educar, mas a criticar e a profetizar. Apresenta à Humanidade um espelho de duas faces. Nele, a Humanidade vê reflectida, por um lado a sua necessidade e a sua perversidade; por outro, as consequências terríveis, no Além, resultantes dos seus pecados mortais. Nesse sentido, Bosch continua a ser um filho da Idade Média; mas, pela maneira totalmente independente nos exemplos que emprega para representar as suas concepções dentro das manifestações artísticas, ele pertence aos tempos modernos. Dessa forma, encontra-se no limite entre duas épocas”.
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